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Top 5: Shows

Chegamos finalmente ao último Top 5, conceito que foi sensação nesse BEDA. E hoje o tema é só amor, e tá em falta por aqui.

Acontece que se tem uma coisa na vida que eu amo de verdade fazer, é ir em show. É caro? Demais da conta, meu bolso chora. Mas vale cada centavo e é um dinheiro que eu não me importo de gastar.

Acredito do fundo do coração que experiências valem mais do que tralha, e é por isso que compro passagens e entradas de shows com um sorriso no rosto. Eu nem me lembro toda as roupas que tenho no armário agora, muito menos todas as que já passaram por lá; mas garanto que lembro muito bem de cada show que fui nessa vida. E os melhores foram esses aí embaixo (em ordem cronológica).

My Chemical Romance (2007)

Foi um trem muito louco. Sharon já pediu um relato completo e eu volto aqui dia desses para contar, porque eu ia obviamente me estender demais e não cabe agora. Resumindo, eu tinha uns 15 anos, acordei às 3 da manhã, passei o dia inteiro na fila em um calor cretino, fiquei na grade (que caiu) e cantei que nem uma louca possuída. Valeu a pena todo o esforço. Eu era muito louca por essa banda e jamais superarei totalmente. Faria tudo de novo se conseguisse fazer meu viratempo funcionar.

Maroon 5 (2012)

Não consigo conceber que já faz tanto tempo, ainda bem que tem outro logo. Vou parar de falar que cantei e pulei igual uma maníaca possuída porque isso é absolutamente verdade em todos os shows dessa lista. Foi a segunda vez que eu vi o Adam ao vivo (a primeira foi no Rock in Rio de 2011), mas o efeito é sempre o mesmo. E ainda teve abertura do Keane (que eu já tinha visto ao vivo antes e amo).

Muse (RiR 2013)

Foi o segundo show deles que eu fui, mas eu curti infinitamente mais. Estava com Kika, minha dupla oficial de shows, e pisei milhares de vezes na coitada da Mayra, que estava lá rindo maravilhosamente da minha cara. Show do Muse é sempre uma EXPERIÊNCIA – assim em caps lock mesmo — por milhares de motivos, principalmente porque a música é incrivelmente intensa, e porque a pirotecnia é espetacular toda vez.

Arctic Monkeys (2014)

Esse tinha tudo para não estar na lista, porque eu comecei a ouvir as músicas porque eu queria ir ao show. Ainda que o show em si não tivesse sido tão foda (mas foi, acreditem) já teria valido só pelas companhias maravilhosas (algumas delas vocês devem conhecer). Nem a balada do dia anterior atrapalhou. Vestimos nossa brave face, acessamos depósitos de energia que ninguém até hoje sabe onde ficam, e lá fomos nós. Só não fiquei sem voz porque minha garganta tem algum poder mágico que nunca me deixa ficar sem voz, mesmo me esgoelando. Foi tão bom que eu nunca mais consegui ouvir as músicas deles da mesma forma.

Foo Fighters (2015)

Comecei a ouvir FF com uns doze/treze anos de idade, façam as contas e vocês vão entender que eu esperava por esse momento tinha 10 anos. Cheguei a achar que não viveria para ver isso, mas aconteceu. Por algum motivo eu tenho a impressão de que não fiquei tão histérica quanto nos outros show (talvez seja falta de Kika, talvez eu estivesse em choque), mas isso não significa que ele não tenha um lugar cativo e de destaque nessa lista. Às vezes eu ainda não acredito que aconteceu.

Menção honrosa: Frejat (RiR 2011) — porque foi muito bom.

Esse post é parte integrante do meu BEDA. Para saber mais sobre essa cilada leia esse post. Tem sugestão de tema ou pergunta para a minha pessoa? Deixe nos comentários ou entre em contato.

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5 coisas que eu não dou a mínima

Ou Caguei

whatever

com os cumprimentos da Cher.

Entramos na reta final dessa coisa maravilhosa chegamos BEDA e hoje é dia da nossa última penúltima listinha maravilhosa de cinco itens (garanto que se tem uma coisa que vou levar pra vida, é um novo amor pelo número 5).

A listinha da vez foi inspirada na coluna “5 coisas que não dou a mínima” (dã) do blog Girls With Style, e foi sugerida para o nosso calendário bedístico coletivo pela Anna Chicória. A ideia, como o nome mesmo diz, é listar cinco coisas que todo mundo costuma gostar/amar, mas você não gosta ou é indiferente.

#1. Roupa de marca

Talvez porque desde que eu nasci eu sempre tenha me vestido com roupas dessas lojas de departamento populares que tem em todos os shoppings e esquinas da vida, eu realmente nunca liguei para o nome que tem na etiqueta. Se eu gostei, eu uso, não importa se eu comprei no camelô da esquina ou na loja mais cara do shopping (mentira, sou meio pão dura).

#2. Bolo de chocolate

Eu amo chocolate, de verdade; de tempos em tempos eu entro num vórtice certíssimo de comer chocolate todo dia. Quantidades enormes. Aprendi com o papai. Desde que nasci, a regra da casa é que sempre tem chocolate na geladeira. Agora que eu moro sozinha, não guardo chocolate na geladeira (fica ressecado e ruim, gente, por favor), e tento não comprar sempre. Mas tem uma Cacau Show pertinho de casa, e duas pertinho do trabalho, e um milhão de Casas do Biscoito e ambulantes especializados em doces nas redondezas. Só que por algum motivo peculiar, eu não ligo muito para coisas feitas de chocolate. Gosto, como, mas vivo sem de boas. O principal é o bolo de chocolate, que todo mundo ama– menos eu. Se tiver qualquer outra opção de bolo, dispenso o de chocolate sem nem pensar duas vezes. Às vezes, se chocolate é a única opção, eu nem como. Vai entender.

#3. Dirigir

Sempre sonhei em aprender a dirigir, amava carrinhos bate-bate e videogames de corrida (aqueles com volante, com controlezinho não tem graça), e não via a hora de estar sobre quatro rodas. Fiz meus pais me ensinarem a dirigir com dezessete anos e entrei na autoescola logo que fiz dezoito. Tenho carteira há 5 anos e um dia, exatamente. Por alguns anos depois que tirei carteira, tentei dirigir por aí, mas aconteceram (várias) coisas e eu apenas parei. Dirigir no Rio de Janeiro é estresse gratuito por um milhão de motivos, gente; não compensa. Acho que ainda gosto do ato de dirigir em si (até sonhei essa noite que estava dirigindo), mas como meio de locomoção eu dispenso.

#4. Modinhas e tendências

Tanto na área da moda em si, quanto em qualquer outra área. A verdade é que eu nunca tive saco para acompanhar as tendências da moda, e eu achava que eu não gostava de moda até que comecei a ler uns textos sobre e descobri que não é esse o problema. Eu gosto de moda enquanto estilo pessoal, parte integrante da personalidade e imagem de cada um. Eu gosto do lado antropológico da moda. Mas cago baldes para o que está in nessa estação, a não ser que tenha a ver com o meu estilo como um todo. Eu também não tenho nenhuma disposição para ler aquele livro que todo mundo tá lendo, ou assistir aquela série que todo mundo ama. Resultado: acabo sendo uma pessoa meio aleatória.

#5. Spoiler

Não é que eu cace spoiler (mentira, às vezes eu caço sim), mas eu realmente não ligo. Está longe de ser algo que estrague a experiência de ler um livro ou ver um filme/série como um todo. Por isso que eu prefiro ver o filme antes de ler o livro. Por isso que eu estou amando Reparação mesmo que eu tenha visto o filme e saiba exatamente qual o plot twist bombástico que me espera mais à frente. Por isso que eu amei e viciei em Grey’s ano passado mesmo que eu já soubesse quem morre, quem sai, quem fica e tivesse assistido um milhão de cenas importantes bem antes de dar o braço a torcer e começar a assistir. Sempre li o resumo das novelas no jornal para conferir quais dias eu não podia perder e estou apenas nem aí, esse é o meu jeitinho.

Vocês podem conferir as listinhas curiosas das amigas nos blogs da Analu, Sharon, Chicória, Gabirala e Coutinha.

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Top 5: Novelas

Ueba, chegamos hoje com mais uma listinha — por favor, não me odeiem. Juro que não é falta do que falar, já tenho pautas para o mês todo e algumas extras, viva. Mas esse é mais um post coletivo com patrocínio da Máfia Cia. Ltda. (vocês podem conferir os textos irmãos lá nos blogs de Sharon e de Iralinha, e a Coutinha fez o dela sobre séries). Combinado é combinado e eu não dispenso uma folia. Então hoje o assunto é novela, preparados?

Não vou falar de novo que era viciada em novelas desde pequenininha. Não sei bem quando deixei de ser (provavelmente quando o tempo começou a ficar curto), mas o fato é que devo ter centenas de novelas no currículo. A maioria eu nem me lembro mais, mas algumas marcaram o meu inconsciente, e é delas que vamos falar hoje. Prontos para conhecer meu Top 5 de novelas da vida? Sem ordem de preferência dessa vez.

Quatro por quatro

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Essa eu assisti pelo menos duas vezes. Lembro? Muito vagamente, afinal eu era muito girininha em 1994. Mas a lenda é que eu gostava pra caramba. Até imitava as roupas da Babalu ou algo assim (e tenho lembranças leves da Letícia Spiller versão ninfeta e seu girassol). Passou primeiro no horário das 19h, segundo o Google, e é tudo o que eu sei.

Por Amor

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Não sei quantas vezes essa novela já passou, mas assisti todas. Nunca liguei muito para os personagens principais, mas Milena e Nando são só amor. E Palpite como música tema é o que eu quero pra minha vida (é só falar o nome dessa bendita música que ela entra na cabeça e agora é fato que só me livro dela ano que vem, ou da próxima vez que a novela reprisar no vale a pena ver de novo).

Chiquititas

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Não me passou pela cabeça logo de cara porque, por algum motivo, eu só estava pensando em novelas da Globo. Mas fato é que Chiquititas me acompanhou por muitos anos. Tinha CDs, já me fantasiei, adorava fazer as coreografias e é uma parte importante da minha formação. Sei as letras até hoje e em maio dancei remexe cazamigas na balada. Que momento.

Escrito nas Estrelas

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Já falei por aqui também que tenho um fraco por novelas das 18h, né. Isso é uma droga bem grande, já que saio do escritório às 18h e só chego em casa a tempo de pegar a metade final. Escrito nas Estrelas foi uma novela bem mais recente que as três anteriores, então é provavelmente a que eu mais me lembro. Não sei o que ela teve de tão especial e não acho a Natália Dill uma atriz muito boa (apesar de crer que deve ser uma pessoa ótima e simpatizar de graça), mas amei. Ai, só de lembrar quero assistir de novo? Não sei lidar com amores de outras vidas, me deixem. E ainda tinha o Gilmar, melhor personagem.

Além do Tempo

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Risos. É possível que essa não estivesse na lista se não estivesse passando agora (mas eu acho bem que estaria, sim), mas estou amando tanto e achando tão boa que quis incluir na lista e ponto final. Sério, gente, vocês deviam assistir. Se quiserem saber mais um pouco podem voltar no tempo alguns dias e conferir aqui o que eu já falei sobre ela. Não sei lidar com amores de outras vidas (x2) e nem com o Conde Felipe.

Foi muito bom estar com vocês de novo e nos vemos amanhã (né?). Não deixem de aparecer caso vocês gostem de viajar ou estejam apenas curiosos para saber o que, afinal de contas, tem pra fazer no Kansas.

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Top 5: Personagens não-humanos da Disney

Sou uma grande fã de listas. Não sei trabalhar de outra forma. Tenho listas de tarefas no trabalho, lista de pendências, listas de compras, listas de músicas, listas de livros não lidos, listas de tudo nessa vida. Não dá para não amar essas coisas maravilhosas, e acho que ninguém discorda que postagens em lista são divertidas, rápidas, e muito informativas, além fazerem a festa de todos que — como eu — sofrem de uma dose leve de toc. Por essas e outras que os Top 5 são a moda da estação do BEDA mafioso (o especial Sessão da Tarde já foi ao ar, não percam).

Esse Top 5 é um pouco diferente: combinado, porém livre. Vocês podem conferir nos blogs das migas Analu, Anna Chocória, Sharon, CouthIralinha e Rafinha no dia de hoje listas envolvendo personagens da Disney, compreendendo centenas (?) de nichos diferentes.

Eu estava tendo muita dificuldade em escolher personagens da Disney. Sempre fui muito mais apegada aos filmes da pixar e, apesar de ser tudo uma coisa só agora, eu não queria misturar as coisas. Escolhi então falar só daquilo que pra mim é quase sempre o ponto alto dos filmes de animação da Disney: os personagens secundários não-humanos.

5. Chip

Preciso fazer uma pequena confissão: até hoje nunca assisti o filme da Bela e a Fera direito. Na infância, eu tinha a fita do Natal Encantado da Bela e a Fera e essa história eu estou cansada de conhecer, já o filme original é uma coisa que não marcou presença na minha vidinha.

Apesar disso, sempre morri de amores por essa xicrinha fofíssima que eu queria amar, apertar, colocar na minha cabeceira e cuidar para todo sempre amém.

chip

4. Olaf

Esse é amor recente e clichê. Me perdoem, é que eu não resisto a um personagem tapadamente adorável, é uma fraqueza minha. Aí me chega um boneco de neve que ama abraços quentinhos e sonha em conhecer o verão. Quem não ama o Olaf não tem coração, nem ousem aparecer nos meus comentários (MENTIRA).

olaf

3. Tatá

Eu ia falar dos ratinhos da Cinderela em geral, como uma entidade, mas na verdade o ponto alto de tudo é o Otávio. E a justificativa pode ser conferida ali em cima no item dois. O Tatá é nosso adorável trapalhão versão gata borralheira, e isso é o suficiente para justificar meu amor.

tata

2. Terk

Já estava achando que toda a minha lista ia ser releitura do mesmo estereótipo, mas aí eu lembrei da Terk. Ela é uma das únicas personagens não-humanas secundárias relevantes do sexo feminino que eu consigo me lembrar, e mesmo assim não aparece grandes coisas. De qualquer forma, muito me gusta a atitude da sujeita, e mereceu o lugar na lista.

terk

1. Agonia e Pânico

O primeiro lugar não podia ter nenhum outro ganhador que não esses, que estão comigo desde os tempos mais longínquos da infância. Desde pequena eu acho esses dois “bichos” sensacionais. Eles são hilários, e as personalidades não podiam ser mais condizentes e ao mesmo tempo mais contrárias aos nomes. Primeiro lugar com honras.

agopani

Se animaram para fazer alguma lista também? Fiquem à vontade, e não esqueçam de deixar o link nos comentários.

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Sete coisas

Hoje é dia de que? Meme, obaaa!

Resolvi trazer esse meme para o qual ninguém me indicou, mas que eu vi lá no Bonjour Circus e quis fazer mesmo assim. Ele é bem simples e bem genial na sua simplicidade, porque me dá a oportunidade de fazer listas (amo) esquemáticas (amo²) que dizem muito, mas que talvez não revelem tanto (vai saber). É bem possível que alguns itens das listas não façam nenhum sentido para ninguém além de mim, mas é vida que segue.

07 coisas para fazer antes de morrer:

  1. Rodar o mundo
  2. Adotar uma(s) criança(s)
  3. Escrever um livro (unzinho só que seja, pfvr)
  4. Ensinar alguma coisa importante para alguém
  5. Conhecer 1001 pessoas que valham a pena
  6. Descobrir uma grande paixão não-humana (vulgo algo que eu realmente ame fazer)

07 coisas que eu mais falo:

  1. AFF
  2. Ixi
  3. Sei lá.
  4. Tanto faz.
  5. Caguei.
  6. Que droga, amiga 🙁
  7. Tô com fome/cansada.

07 coisas que eu faço bem:

  1. Escrever?
  2. Aprender coisas rápido.
  3. Provas (sou perita na arte de enrolar).
  4. Nada, domino a arte de nadar.
  5. Pintar o Jardim Secreto (não são obras de arte, mas dão pro gasto).
  6. Já falei em enrolar?
  7. Me perder.

07 coisas que me encantam:

  1. Amor.
  2. O mundo
  3. Minhas amigas lindas.
  4. Bebês
  5. Gatos
  6. Dias ensolarados
  7. Trilha sonora espontânea na vida

07 coisas que eu não gosto:

  1. Purê de batata
  2. Chantagem psicológica e manipulação
  3. Sincericídio
  4. Medo
  5. Verde musgo
  6. Ficar com os pés gelados
  7. Complexo de vira-lata

07 blogs para responder a tag: Lalala ninguém viu.

Então é isso, minha gente, queimamos mais uma pauta sobrevivemos a mais um dia de BEDA, firmes e fortes, e agora vocês podem dizer que sabem mais um punhado de coisas aleatórias e basicamente inúteis sobre mim. Nos vemos amanhã para mais uma prova de que eu sou a rainha da encheção de linguiça.

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Filmes, Listômetro

Meus 6 filmes favoritos da adolescência (que continuam na minha vida até hoje)

Sou, sempre fui e sempre serei louca por filmes adolescentes, e não me envergonho nadinha disso. Até hoje, sempre que vejo uma dessas belezuras no ar, paro tudo para assistir. Quando não está no ar, mas me dá vontade mesmo assim, paro tudo do mesmo jeito.

Não sei qual a receita desse tipo de filme para mexer com as minhas entranhas, talvez (provavelmente) eu ainda tenha espírito de adolescente e aqueles dramas sem fundamento nenhum apenas dialoguem belamente com os meus sentimentos. Talvez eles sejam feitos à base de crack. Talvez eles só sejam bons (ainda que daquele jeito “tão ruim que chega a ser bom”), mesmo que a gente se recuse a admitir.

Independente disso, esses abaixo são aqueles filmes que ocupam um lugar grande no meu coração até hoje. Do menos ao mais amorzinho.

operacaocupido

  1. Operação cupido

Nem sei nem se esse se qualifica como filme adolescente considerando que a LiLo era nada mais do que um baby nele. Sei apenas que vi esse filme pela primeira vez em épocas tão remotas que eu fiquei na dúvida se existiam duas meninas ou uma só, na “vida real” (sim). Provavelmente ele estaria mais apropriado em alguma lista de filmes de criança, junto com As Namoradas do Papai (amor eterno, amor verdadeiro), mas por algum motivo ele pareceu se encaixar na lista.

Para quem não conhece: LiLo1 e LiLo2 são menininhas que vão passar o verão em um acampamento e descobrem que são na verdade gêmeas idênticas separadas quando eram bebês pelos pais que tiveram a ideia mais imbecil do século acharam que seria bacana dividir a dupla para nunca mais ter que olharem para a cara um do outro, já que elas são iguais mesmo. Thumbs up pra eles.

paixaoaluguel

  1. Paixão de Aluguel

Hilary Duff, o que dizer dessa mulher sensacional? Só sei que Holly tem um blog, e que toda vez que eu vejo esse filme eu fico com uma vontade louca de blogar, porque sou esse tipo de pessoa. Ela tem a ideia mais estapafúrdia do século, só para enxergar a merda que fez quando não dá mais para voltar atrás. E isso, amigos, é totalmente a minha cara.

Para quem não conhece: Holly, sua irmã caçula e a mãe solteira vivem se mudando por aí cada vez que a mãe termina um namoro, até que a menina não aguenta mais e resolve criar um plano extremamente imbecil para fazer elas ficarem em NY (quem nunca?).

patribever

  1. As Patricinhas de Beverly Hills

O mais antigo da lista, e sensacional em tantos níveis. Meu sonho de toda a vida é um armário igual ao da Cher (não pelas roupas, obviamente), e frequentar o Ensino Médio em alguma escola dos Estados Unidos só pra ver se alguma coisa nesses filmes é real ou se a minha infância/adolescência foram uma mentira completa.

Para quem não conhece (really??): o filme conta basicamente a história de um grupo de patricinhas ricas e populares no ensino médio, com ênfase em uma delas: a Cher. Poderia ser parecido com o próximo da lista, mas não é, porque o filme não sala nada sobre como elas são pessoas escrotas, muito pelo contrário. São as cool kids mais gente como a gente que eu já vi por aí.

meninasmalv

  1. Meninas Malvadas

Eu sei que vai ter gente por aí (cof cof) um tanto chocada por esse filme estar só na terceira posição. Não me entendam mal: eu amo esse filme e pra mim ele sempre vai ser um clássico da minha geração (me julguem). Já assisti um milhão de vezes e vou continuar assistindo até eu morrer, e forçarei meus filhos a assistirem também. As piadas nunca deixam de ser incríveis, a história nunca deixa de ser sensa e as personagens ainda são maravilhosas. É só que eu estou me esforçando muito para fazer uma escala sincera, e para a minha versão adolescente, os filmes abaixo são imbatíveis.

Para quem vive em marte: o filme conta o que acontece quando Caddy, uma menina que acaba de se mudar da África e nunca frequentou uma escola, entra no ensino médio e começa a andar com as meninas populares e babacas da escola. Pura intriga adolescente e girl power.

freakyfriday

  1. Sexta-feira muito louca

Esse é o filme que me inspirou a começar a tocar violão/guitarra aos 12 anos. Esse é o filme que me fez querer desde sempre estar em uma banda (e ser ruiva). Esse é o filme que fez minha tia tirar a porta do quarto da minha prima uma vez (sim, e eu achei relevante mencionar). Esse é o filme que eu assisto agora muito menos que eu gostaria, mas que sempre vai ter um lugar único no meu coração. Cara, Jamie Lee Curtis; LiLo rebelde sem causa; terremoto terremoto; e, principalmente, aquela lição de moral brega e tão verdadeira. Já devo ter assistido esse filme mais de cinquenta vezes.

Para quem não conhece: LiLo (ops, Anna) e a mãe vivem brigando igual cão e gato, até que uma magia chinesa muito louca faz elas trocarem de corpo, e então elas precisam começar a se entender para poderem voltar ao normal. Rola toda aquela história de enxergar o mundo pela perspectiva da outra e bla bla bla assistam.

cinder

  1. A Nova Cinderela

Campeão eterno. Aquele filme que eu estou nesse segundo morrendo de vontade de assistir e que foi a inspiração suprema para a criação dessa lista. O filme que eu assisti cinco vezes em loop na primeira vez que aluguei na locadora, uma década atrás, e o que mais faz o meu coração doer (talvez por ser um remake da história da Cinderela que, como eu falei, eu amo de paixão). E só por isso encerrarei o post com um gif dele (apesar de ainda não ter encontrado pelas internetes o gif que eu mais quero na vida desde sempre).

Para quem não conhece: um soco no nariz. Brimks (?). É basicamente a história da Cinderela, mesmo. Sam era uma menina criada só pelo pai, Hal, que um belo dia resolve se casar com uma mulher muito escrota (e ilária) e morrer. Aí a Sam vira a empregadinha da família e vai morar no sótão — aquela história que a gente vê todos os dias — até que ela resolve ter seu dia de princesa e dar uma virada nessa história. E, claro, tem a Honda, a fada madrinha mais sensacional do universo inteiro.

fantasyreality

Se você não viu algum desses filmes que eu listei, lembrem-se sempre: ser adolescente depois de adulto pode e é muito diver. Então baixem essas preciosidades, sentem suas bundinhas e façam uma maratona.

Apenas porque não custa lembrar.

Apenas porque não custa lembrar.

Durante esse mês de abril, estarei eu participando do BEDA (blog every day in april), o que significa que todo dia tem post saindo do forno pra vocês. Me amem.

Blogagem coletiva, Listômetro

7 dicas para não desanimar do blog logo de cara

dicasrotaroots

Quem sou eu na fila do pão pra achar que posso dar dicas para alguém, eu pergunto. Logo eu, que já fui e voltei tantas vezes nessa vida blogueira, sem jamais encontrar meu lugar ao sol. Mas já fui (e sou, sempre) blogueira iniciante e, depois de dez anos de caminhada, se tem alguma coisa sobre a qual eu sei é desanimar.

Listas de dicas de como manter/construir um blog interessante a gente encontra aos montes (normalmente com os mesmos itens), e podem acreditar que não tem segredo mesmo. Então achei melhor focar em outro ponto e espero que isso ajude algum colega iniciante desanimado nesse grande mundo blogueiro que a gente tanto ama.

1. Faça porque você gosta. Tá, meu objetivo era dar dias um pouquinho diferentes das que você encontra por aí, e eu começo já falando algo que todo mundo já sabe. Mas é que esse é o ponto fundamental, amigos. Mesmo falando sobre algo que você ama mais que tudo, vai bater o desânimo; então imaginem vocês se você fizer por obrigação. Eu sei que todo mundo quer ser lido, mas não façam pelos outros. Não é pra isso que isso aqui serve.

2. Aceite que ninguém vai ler o que você escreve. Pelo menos no começo. É assim que são as coisas. Não dá pra chegar acreditando que você vai colocar seu blog no ar e no segundo seguinte pessoas de todos os cantos da internet vão descobrir sua existência no mundo e correr pra ler as suas palavras. Não é assim que a banda toca. Em primeiro lugar você tem que ter conteúdo bom, que interesse, e depois você precisa passar por todo aquele processo de networking e linkbuilding e comentar em outros blogs cujos donos algumas vezes não vão nem se importar em responder sua gentileza. Mas alguém que esteja na mesma situação que você, ou que seja apenas uma pessoa legal, vai te achar em algum canto, e é assim que as amizades começam nesse meio. Leva tempo, leva esforço, mas compensa. E até chegar lá, você tem que manter o ânimo. Como? Volte uma casa e leia o item 1 de novo.

everybodyhatesme

3. Explore HTML, personalize a cara do seu blog, tenha ideias novas. Podem parecer dicas de como criar e manter um blog legal, mas pra mim são apenas coisas divertidas que ocupam meu tempo e me fazem amar esse espaço que é a minha casinha virtual. Eu morro de raiva quando quero fazer algo com o layout e não consigo de jeito nenhum (o que acontecia muito no blogger e por isso saí de lá, bjos), mas quando tudo dá certo e uma modificação pequena no código dá um efeito visual brutal na página, eu me sinto quase com superpoderes. Pode ser coisa de louco, talvez eu seja a única retardada que faz essas coisas por diversão (duvido). Mas tenta, talvez você goste também. E eu te garanto que vai aumentar muito sua conexão e amor pelo seu blog.

4. Faça amigos. Eu não chegaria ao ponto de dizer que isso é o objetivo principal de um blog. Se fosse, eu pouparia todo o tempo que gasto aqui e iria pra esquina puxar papo com estranhos. Mas é uma parte muito legal desse mundo. Conheça pessoas que já estão por aqui, traga seus amigos pra esse buraco negro e receba os recém chegados – você pode acabar conhecendo as pessoas mais sensacionais da sua vida (vocês sabem quem são <3). E é divertido à beça entrar em furadas em conjunto, inventando memes, tags e blogagens coletivas cazamiga.

5. Abrace a pequeneza. Não comece achando que seu blog vai ser enorme. Ele pode até ser, mas provavelmente não será. Se é isso que você quer, trabalhe duro e foque no objetivo (ainda que não haja garantia que você vá conseguir). Mas só porque o seu blog é pequeno, não significa que ele não valha a pena. Se uma pessoa te ler, você já fez a diferença, com a vantagem de que você pode estabelecer uma relação mais próxima com essa pessoa do que se fossem 100, e que você pode falar mais asneiras sem medo das consequências que isso vai causar no mundo. Blogs pequenos têm suas vantagens, não sejamos megalomaníacos e vamos aprender a jogar o jogo do contente, meu povo.

6. Isso que você está pensando em escrever, escreva. Mesmo que pareça uma ideia idiota. Às vezes não é. Ou às vezes até é, mas quem se importa? O espaço é seu, e você tem autorização pra escrever o que você bem entender. Quando a gente começa a policiar demais as ideias, elas fazem greve, e crise criativa é mil vezes pior do que textos possivelmente idiotas (além de poder matar toda a graça de blogar).

lookinheart

7. Se o desânimo bateu e você não está mais a fim, dê um tempo. Paciência. Talvez você volte um dia, talvez não. Eu digo que se você realmente gosta da coisa, você vai acabar voltando, porque sensação nenhuma no mundo substitui essa. Então para de se forçar e vai viver a vida. Enquanto você estiver se obrigando a fazer algo que não quer, isso não vai voltar a ser divertido.

 

Bem, amigos, essas são as minhas dicas nada revolucionárias, mas que vêm do coração. Essa blogosfera é linda e está mais que viva, então dancem e curtam porque o espaço é nosso.

lostwithoutblog

blogger.

 

Essa postagem foi desenvolvida a partir de uma das pautas do mês de março/2015 lá do Rotaroots. Quer saber o que é? Dá uma olhada aqui.

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Inaugurando 2015

No final do ano passado, em um momento de tédio e desânimo, acabei sentando minha bunda em uma cadeira e rabiscando em um pedaço de papel aleatório as minhas metas de ano novo, carinhosamente apelidadas de “os 15 para 2015“.

Pensei em colocar a lista aqui como uma espécie de compromisso público comigo mesma, mas no fim acabei desistindo por (a) preguiça, (b) preguiça, (c) preguiça e (b) quem realmente ia se importar com essas coisas? Então deixei essa ideia para lá, até que a Rafinha levantou a ideia de uma espécie de meme para reativar nossos bloguinhos abandonados chamado “5 para 2015“, e eu nunca rejeito uma ideia potencialmente errada.

Não, não vou burlar o meme e postar as minhas quinze resoluções. Mesmo porque muitas não dizem respeito a ninguém nesse mundo além de mim. Ao invés disso, escolhi os cinco itens mais caros ao meu coraçãozinho e que também vão servir para mostrar ao mundo que se eu não sei ainda o que fazer da minha vida, pelo menos eu estou tentando.

1. Me mudar.
Sim, eu sou uma pessoa relativamente adulta, de 22 anos e meio, formada, empregada e com um gênio bem ruinzinho que ainda mora com os pais. Nada de errado com isso. Só que está na hora de voar do ninho. Nos últimos meses comecei a sentir a necessidade de mandar no meu próprio nariz e começar a cuidar de mim mesma. Sendo eu uma advogada bem resolvida(?) com capacidade de pagar as próprias contas(??), me mudar não apenas parece uma ótima ideia, como perfeitamente razoável. Além de quê, as horas preciosas que eu passo em ônibus todos os dias indo e voltando do trabalho poderiam ser muito melhor investidas em outros projetos de vida.

2. Aprender uma língua nova.
Essa vontade não é nova; eu gosto de línguas como área do conhecimento, e eu gosto da ideia de poder me comunicar de “formas” diferentes, e eu gosto muito da ideia de poder me comunicar perfeitamente durante minhas voltas pelo mundo (que, afinal, são minha meta de vida). Aprender um novo idioma nada mais é que um investimento em um sonho, certo? Além do que, na minha área de trabalho saber inglês não me faz bilíngue, me faz apenas normal. E eu odeio ser normal.

3. Provar uma comida nova por mês.
Se você almoçasse comigo uns três anos atrás, não reconheceria a Paloma de hoje. Nos últimos anos, minha alimentação melhorou de forma inacreditável, tanto em qualidade, quanto em variedade. E tudo isso aconteceu porque um dia eu tive um estalo mental e resolvi que eu precisava começar a comer coisas novas. Nos primeiros vinte anos da minha vida eu não comia salada, não comia legumes, não comia um milhão de coisas que agora eu como (e gosto). Mas ainda existe um trilhão de outras coisas que eu digo que não gosto, mas nunca provei. Essa meta é uma tentativa de ampliar meu paladar mais ainda e evitar que o monstro do comodismo que me segue por aí o tempo todo me agarre e me prenda de novo.

4. Ir à psicóloga.
No meu primeiro ano de faculdade, a professora mais incrível e louca que eu já tive na vida falou (sem nenhum propósito aparente) que na opinião dela todo mundo devia fazer terapia, que era ótimo. Eu nunca tinha pensado sobre o assunto antes, mas naquele momento nasceu minha vontade de colocar meus pézinhos no consultório de uma psicóloga. Nunca fui. Mais de uma vez na vida isso me pareceu uma necessidade urgente, já separei vários telefones e andei com eles por dias, mas nunca liguei. Por algum motivo, sinto pelo consultório do psicólogo a mesma coisa que muita gente sente com dentista. Isso não faz o menor sentido, e é por isso que essa meta vale por duas: primeiro, vou estar superando uma barreira pessoal; segundo… bem, é autoexplicativo.

5. Ser uma amiga melhor.
Sim, essa é a mais abstrata das minhas metas, e na lista original ela aparecia de forma mais concreta: “encontrar cada grupo de amigos pelo menos uma vez por mês”. Mas encontrar um grupo de pessoas uma vez por mês não fortalece a amizade, só significa que a cada trinta dias, mais ou menos, passaremos algumas horas no mesmo ambiente. Além de que, isso excluiria todas as amizades que não estão à distância alcançada pelo transporte público. E isso não faria de mim uma amiga melhor, que é o que eu quero realmente. Eu não sou e nunca fui uma amiga exemplar, nem qualquer coisa perto disso. O ano de 2014 foi um avanço considerável para mim nessa área, mas eu ainda tenho muito caminho pela frente.

Essas resoluções, mesmo quando não parecem, são coisas que vão impactar na minha vida de forma geral. Muita gente não gosta de estabelecer metas porque acredita que isso limita e causa frustração. Eu não encaro as coisas dessa forma. Para mim, o fato de eu eventualmente não comer realmente uma comida nova a cada mês, rigorosamente falando, não vai mudar o fato de eu ter me esforçado para experimentar coisas novas e sair da minha zona de conforto — que é meu objetivo no final das contas.

Eu me sinto bem tendo metas, não por precisar me lembrar o tempo todo de algo que eu preciso atingir, mas porque é uma forma de expressar desejos íntimos e profundos meus, independente de estarem ou não em uma lista.

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10 aplicativos para celular que deixam sua vida mais fácil (Android)

Comprei um celular novo pela internet e, apressada que sou, antes mesmo de ele chegar já comecei a fazer planos. Coloquei Sir Google para trabalhar e comecei a pesquisar os aplicativos que eu baixaria (só quem já sofreu o drama de ver a memória do celular encolher até só caber Facebook e Whatsapp entenderá o drama) para colocar a minha vida em ordem e nunca mais ficar na mão.
Assim, quando o pacote finalmente chegou às minhas mãos com o meu lindo bebê dentro, eu já sabia muito bem o que baixar/testar e quais opções que eu tinha. Foi dessa forma que eu cheguei à minha configuração atual de aplicativos, que não é definitiva (nunca é), mas é extremamente satisfatória para os meus propósitos – por enquanto.
Aí vão os 10 aplicativos que eu não consigo viver sem:
1. Whatsapp
Nem preciso explicar esse, certo? Ficar sem Whatsapp nos dias de hoje é como ficar sozinho em uma ilha deserta e sem eletricidade: isolação total. Ok, isso pode ser um pouco de exagero, mas tenho esse aplicativo desde a minha primeira experiência com o Android e ainda não tive notícias de nenhum que viesse substituí-lo. Quer se comunicar com os seus amigos por mensagem o dia inteiro sem estourar a conta? Esse aplicativo é para você!

2. Facebook
Really? Para entender esse não precisa nem ter celular, basta viver nesse planeta. Se o Facebook no computador já é viciante por si só, imagina ele no seu bolso apitando o dia inteiro enquanto você tenta trabalhar. Fica a dica: desliguem a internet quando quiserem ser produtivos. De resto esse aplicativo é só amor.

3. GTD-DGT (+ plugin para sincronizar com o ToodleDo)
É aqui que entra meu lado (pseudo)maníaca por organização. Eu tento me organizar, juro que tento, mas o processo de pôr em ordem é tão mais divertido do que manter a ordem que minha organização nunca dura muito tempo. Até que eu conheci o ToodleDo em um post do blog Vida Organizada (que eu adoro) e resolvi testar. Até agora tudo vai às mil maravilhas, e esse é o aplicativo que fez isso acontecer.

Entendam: o ToodleDo não tem um aplicativo oficial para Android, dependendo de aplicativos de organização aleatórios que sincronizam com a sua conta. Testei vários deles, até que achei esse que, apesar do nome feio e antimarketing, foi o que mais me agradou.

4. Google Agenda
Esse eu nem uso tanto, já que em geral eu tenho uma rotina, não muitos compromissos. Ainda assim, é bom para manter o controle de programas com os amigos, aniversários, palestras etc. etc. etc. A função é exatamente a mesma que uma agenda de papel, com a diferença que não faz peso na bolsa e ainda te manda lembretes (quem anotas as coisas na agenda e nunca se lembra de olhar, levanta a mão).

O aplicativo não é tão bom quanto a versão online do sistema, já que ele não importa o sistema de cor, o que acaba deixando tudo um pouco confuso. Espero que isso se conserte em alguma atualização no futuro, ou então que surja um aplicativo melhor. Se alguém conhecer algum, aceito sugestões.

5. Dropbox

Esse é o verdadeiro amor da minha vida – tecnologicamente falando. Nunca mais usei um pendrive depois que comecei a usar o dropbox. E também nunca mais passei pelo susto de deletar meus cadernos (trabalhamos). Para quem não conhece, é uma “nuvem” que salva todos os seus arquivos na rede e você pode acessar de qualquer local com acesso à internet. Outra maravilha é que qualquer foto que eu tiro com o celular vai parar direto no computador. Acabou preguiça de transferir fotos.

6. Aplicativos de banco
Tenho preguiça mortal de banco. Filas, tempo gasto, caixas automáticos com defeito. Um pesadelo. Reduzi minhas visitas ao mínimo instalando os aplicativos do Banco do Brasil e do Santander no meu celular, assim eu tenho minhas finanças na mão sempre que eu preciso.

7. Minhas Economias
Falando em finanças, um dos grandes problemas de ter contas em mais de um banco é a dificuldade de manter o controle e saber exatamente quanto você tem. É aí que entra esse app. Nele você pode criar “contas” representando as suas contas reais (ou cartões, poupanças etc.) e consegue visualizar não apenas cada uma individualmente, como também todas de uma vez. Desde que você se lembre de cadastrar todo e qualquer gasto/ganho que você tiver.

8. Gmail
Gosto de estar conectada com o meu e-mail o dia inteiro. Primeiro porque se dependesse de eu lembrar de olhar todo dia se chegou coisa nova (sempre chega, só nem sempre é útil), minha caixa de entrada ia lotar e eu não ia receber mais nada mesmo. Além disso, sempre que chega alguma mensagem nova, ele me avisa, assim eu não deixo acumular e não perco tempo organizando a caixa de entrada.

9. Easy voice recorder

Essa é a dica para os estudantes de plantão, porque de vez em quando a gente não está tão afim de prestar atenção em uma aula, ou o assunto é MUITO importante, ou um amigo falta e te pede um favor (que será devolvido algum dia). Caso alguém não tenha percebido, smartphones não vêm com gravador de voz. Esse aplicativo é bem simples e fácil de mexer e, pelo menos no meu celular, as gravações ficam ótimas e bem claras, mesmo com gente sem noção falando em volta.

10. Candy crush saga

Por último, mas não menos importante (pão e circo, certo?), chegamos ao único jogo que eu tenho no meu aparelho. Tenho preguiça de jogos, mas esse é meu vício secreto (poderia ter entrado nos guilty pleasures). Tem um milhão e trocentas fases e pode ser muito irritante, mas a sensação de passar de uma fase especialmente difícil (no meu caso, uma que me prendeu por meses) é suficiente para melhorar qualquer dia. Ótima diversão de ônibus, salas de espera, aulas chatas ou qualquer momento tédio. Não só de coisas cultas vive o homem, certo?

Então, esses são os meus aplicativos da vida. Quais são os de vocês?

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I came here to make you dance tonight…

Faz um bom tempo que eu não respondo a nenhum meme – a bem da verdade, até meu surto postador que começou em 03/05, eu não postava nada decente havia um bom tempo – então resolvi participar quando as meninas da Máfia (a Rafinha ou a Couth, nem sei mais onde isso começou).
A Anninha foi a primeira a concretizar a ideia e postou a lista de seus Guilty Pleasures aqui. E eu teria seguido mais prontamente, não fosse minha dificuldade com a definição do termo.
Googlando o dito cujo, encontrei na mãe-Wikipédia a seguinte definição:

Um guilty pleasure é algo que uma pessoa gosta e considera prazeroso apesar de se sentir culpado (guilty) por gostar. A “culpa” envolvida é muitas vezes simplesmente o medo de que outros descubram seus gostos de pouco valor cultural ou de outra forma embarassosos, como estilos extravagantes de entretenimento. Moda, jogos de video game, música, filmes e junk food podem ser exemplos de guilty pleasures. (Tradução livre, original aqui.)

Definição dada, minha vida mudou, mas eu ainda não consegui pensar em nada (frustração level hard). Até que hoje, depois de ser acordada 40 minutos mais cedo do que o necessário – fazendo com que eu passasse o caminho todo até a faculdade desperta – uma lista pronta e acabada surgiu na minha cabeça.
Preparem-se, então, para conhecer os meus Guilty Pleasures.
Novelas
Noveleira desde criancinha, literalmente. Podem rir. Com dois anos (podem perguntar para a minha mãe) eu já era fã inveterada de novelas. Conheço a Letícia Spiller da época da Babalu (Quatro por Quatro – 1994), e eu nasci em 1992 (não precisa fazer as contas, faço 21 em julho – ainda não comecei a mentir ou omitir idade).
Acontece que eu sou fã de histórias. Quaisquer histórias, não importa o valor cultural e nem mesmo a consistência interna perfeita. Com romance no meio, então, eu deliro. Como não gostar de novela?
Pastel com suco de laranja
Tem gente que acha que comida gorda pede refrigerante. Eu sou daquelas que acha que suco de laranja combina com qualquer coisa, principalmente com o pastel. E sempre que eu vou ao Bar do Adão (restaurante/bar do Rio famoso pelos pastéis), me encho dos dois.
Ocorre que eu sou um ser que sofre (literalmente) de enxaqueca e dores de estômago. Quem sofre desse  primeiro mal sabe bem que tanto fritura quanto frutas cítricas são grandes vilões. E toda vez que eu ouço a frase “vamos ao Bar do Adão?” eu já começo a sentir as dores. Mas quem poderia recusar um convide desses?
BBB
Sim, vivam com isso. Não que eu fosse reclamar se extinguissem esse bendito da face da terra, para mim 13 edições já foram mais do que o suficiente. E talvez eu nem assistisse se morasse sozinha, ou alguém(s) que não fizessem questão. Só que minha família toda assiste – mãe, pai e irmão – e morando na mesma casa, acaba meio difícil não ver.
Se fosse só “assistir”, tudo bem. Fazer algo não caracteriza um guilty pleasure. O problema mesmo é que eu gosto.
Paciência spider
Esse é guilty pleasure categoria faculdade. Desde que eu comecei a usar meu netbook rosa para fazer anotações nas aulas, qualquer momento de relativa calmaria na exposição da matéria já é desculpa para abrir a janelinha da paciência spider. Cada derrota é um novo estímulo.

Claro que eu me sinto culpada por não estar prestando tanta atenção quanto deveria. Mas quem disso que isso me impede de qualquer coisa?

Revista Caras
Não, calma. Eu não compro a revista caras. Na verdade, não sou fã e não faço a menor questão (se estamos falando de guilty pleasures, pelo menos eu tenho a chance de me defender). A questão é que minha tia, meu dentista, minha ginecologista, a dentista do meu irmão, minha vó (para o consultório) e qualquer outro consultório médico que eu visite terá sempre um estoque generoso de revistas Caras velhas.

Convenhamos, quem resiste a dar uma olhadinha nas fotos? Não dá para resistir, é contagiante, você tem que pegar, passar os olhos e falar mal de alguém.

E você, quais são seus prazeres ocultos?