Pessoal

Faz parte

Quem nunca teve adoração por uma estrela dê um passo a frente. Acontece! Spice Girls, Backstreet Boys, KLB (eles tiveram seu tempo!), muitas foram as febres da minha época. Eu pessoalmente não tomei parte de de nada que eu citei acima, apesar de ter até hoje o primeiro CD do KLB, mas não dá para imaginar que eu tenha passado imune por essa fase.
Segundo minha querida mãezinha, minha primeira ídola da música foi a Daniela Mercury. Como eu tinha uns dois anos de idade eu não lembro do fato, então vamos pular direto para o próximo. Sandy&Junior. Isso sim foi um desespero. Tinha CDs, assistia a série, dizia por aí que era fão número um, imitava coreografias e o escambal. Tempo vai, tempo vem. Essa também passou, veio minha fase dark.
Meu próximo grande ídolo era na verdade cinco. My chemical romance. Mais uma vez CDs, clipes, programas de televisão, pôsteres. Só que agora que existia a internet para dar uma mãozinha, tudo foi infinitamente amplificado. Agora, além de um padrão de comportamento e um jeito de se vestir, ganhei também amigos que tinham a mesma paixão que eu.
De qualquer jeito, ídolos tem uma capacidade sobrenatural de influenciar o comportamento dos fãs desavisados. Não que seja sempre intencional, mas a necessidade que as crianças e adolescentes têm de achar seu jeito de ser acaba criando centenas de mini-clone de famosos que rondam pelas ruas. Independentemente, esse amor por um ídolo faz parte da vida. E não dá para negar: é muito bom!

Texto postado originalmente no WordPress.

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